sábado, 22 de janeiro de 2011

13º DIA: PAZ ARMADA

Aquela extra que o chefe solicitou? Não é um extra à toa. Um jogo ou um armadilha... estou dentro agora, soterrada até os ombros. Meu amigo ficou de vir fazer um back-up no notebook. Quantas palavras estrangeiras!
Não é uma extra à toa, uma estrategia para me manter à distância. Como meu amor permite que o amor dele ponha as cartas? Porque jogar este jogo torpe? Por que gostar?
Me pediu pra esperar, pra não entrar em guerra, pra não abandonar o front... Não deveria ter virado essa guerra fria, mas estou aqui na vanguarda, de peito aberto e alma limpa. Não tenho ética para com os dignos de pena. O amor do meu amor é um ser desprezivel, daqueles comumente mediocres, uma linhagem à muito sem méritos, um parasita que precisa de um alguem para promover a propria existencia, não constroi, não cria, não soma, não ama... só disputas infundadas de uma guerra sem promessas.
A lampâda do escritorio não queimou. Mal contato. Ou então, mágica! Já pensou? A lampâda mágica nessas manhãs comuns? O que voce pediria? Vou refletir sobre isso após resolver as pendências desta tarde. Preciso levar roupas pra lavar na genitora, o dinheiro, as frutas que não consumi e pegar água.
Antes que chova visitar uma amiga que há muito não está e que há muito prometi visitar. E ainda buscar o dinheiro com o ex amor... Há, o ex amor! Como pude não te-lô citado até então - desimportante, mas creio que ainda terá o seu capitulo de importância, para o bem, ou para o mal.
Por hora; não chove, terei o excel, tenho um queijo e a paz reina!

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