domingo, 23 de janeiro de 2011

14º DIA: O TESTE

Meu amigo formatou meu notebook. Cara fascinante ele, determinado e visionário. 
Mania essa que a gente comum tem de maximizar impressões, deveras se fossem resultados benéficos de uma ação mas, são só impressões. Lembra a extra? Chifre em cabeça de cavalo, nada mais que uma noite tranqüila de plantão. Meu amor ficou doente. Queria que não fosse mais uma mentira. Não penso mais nisso porque o quero de verdade. Computador ficou muito bom, agora consigo mudar a imagem da área de trabalho, pessoas comuns precisam de muito pouco para se sentirem felizes. 
Paguei todas as dividas e a TV digital voltou a funcionar sozinha, que nem a lampâda do escritório, sinto metaforicamente que as coisas voltam a se encaixar na ordem natural das coisas. Depois arrumo um tempo pra tirar a casa da bagunça, lavar, passar e limpar. Melhor linha faxineira... mas é muito difícil concretizar esta empreitada sem cervejas.
Uma amiga me impressionou com uma historia de testes noite passada... Dezessete ao todo! Dezessete e em todos positivamente colocada. Agora vai ter que largar os cigarros e a cerveja. resolvi plagiar por suspeitar da minha capacidade de reprovação. Fiz um teste esta manhã... Reprovei. Repetirei o mesmo dentro de trinta dias, não quero criar expectativas - para não maximizar impressões.
Meu amor veio esta tarde. Fiquei feliz. Duplamente feliz. Mais tardes compromissos sociais casuais e mais uma noite solitária. Começo a suspeitar que em breve, o corpo quente do meu amor não mais me fará falta nas noites frias e não mais precisarei me preocupar com aprovações, reprovações e testes.

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