terça-feira, 25 de janeiro de 2011

15º DIA: FAIRY TALE

Pela primeira vez na vida cumpri pelo menos parte dos meus compromissos sociais. Pedi dez minutos ao meu amor e ele recusou. Aposto que irá se arrepender pelo resto da vida. Falando em amor, (até parece, é só disso que falo desde que escolhi ser comum.) não só precisarei de testes como de um trunfo da química para me ajudar com os testes.
Meu amor me veio pela madrugada. Adorável! Se foi um sonho, foi um ótimo sonho... A tarde; vinho com queijo e uma visita na casa de doces da bruxa de João e Maria. Ainda não marquei dentista e preciso de um check in clinico, daqueles que incluem testes sanguíneos, merdórios e mijórios (parece o nome daqueles povos antigos não acha?) - E mais uma vez... a droga dos testes!
Sim, relembrando: Como o dia foi excelente e pude matar a saudade do calor e do sorriso do meu amor, este ser comum declara que não tem nada a declarar, visto que neste exato momento, o amor me consome. Pode soar como uma expressão medíocre de: "Voce não tem outro objetivo na vida? Nenhum plano? Nenhuma intenção de evolução?".
Dados o momento e o frio, a chuva insistente que me congela e faz doer até os ossos, respondo-lhe gentilmente: Não é da sua conta!

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