Como nos textos clássicos, permitam que eu me apresente:
Meu nome é... bem, voce não acreditou realmente que eu sair por ai dizendo meu nome assim, tão de mão beijada, sem que você nem ao menos perguntasse, além de que, nomes não são importantes já que nós todos não passamos, teoricamente, de um numero. Digamos que eu seja; o numero 0.
Sou um humano, de 26 anos, nasci e me criei num espaço atemporal e cosmopolita e, não. Isto não é um diário, não é um romance, isto é nada. Um mero documento, um registro para mensurar o que faz em um ano, uma pessoa humana, comum, como você.
Neste primeiro momento, o espaço não é importante, o tempo não é importante, o prelúdio não é importante, os coadjuvantes não são importantes. Apenas o ato, somente os fatos contra os quais é sabido: "não há argumentos!"
Vamos ver o que eu posso construir, destruir ou transformar. Vamos viver este ano e ver no que vai dar. E, fique a vontade para interagir.
Permitam que eu me apresente; sou o 0. Um 0 à esquerda.
Não diria que você é um zero, diria que você você é uma variante, que apesar de inconstante é infinita em minha "paixão".
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