segunda-feira, 21 de março de 2011

67º DIA: FAKES

Amor louco. Shakespeare devia ser um grande sociopata cético pra definir e falar de amor com um cinismo deliberado e fakes desempregados como Julieta, Romeu, Hamlet e outros tantos tontos que não sabiam mentir e mentiam sem saber, como podia faltar sinceridade no amor tão puro destes personagens, e qual o plano para quando chegasse a primeira crise financeira, a primeira experiência extraconjugal, a aplicação inevitavel da primeira mentira e sua posterior descoberta?
Falando em sociopatas, meu louco amor louco me orientou à procurar outro namorado - e reforçou que estava falando sério. Isso porque observei e questionei suas "metas"... ele não me exclui dos seus planos futuros, mas também não me inclui. Pôxa, não é uma questão de "presionar", "impressionar", longe de mim forçar uma situação, mas ter um norte faz muita diferença no tal do "To be or not to be". Afinal eu acredito que não se deve tratar igual os desiguais. Mas tudo bem, o amor está aqui, e me orienta quando diz que eu posso "espernear" a vontade que nada vai ser diferente. Pessoas comuns, isso se chama sinceridade. Prestem muita atenção sempre que exigirem sinceridade à alguem, estejam aptos a relevar palavras que possam soar como desafio, desrepeito ou desilusão. Escolham bem de que lado da força voces querem ficar, nem sempre o lado negro é a escuridão. Shakespeare deveria levar isso em consideração, Niestizie considerou.
Hoje recomeçam as aulas. Prometo que não faltarei nenhum dia, a partir de amanhã claro, porque hoje estou feliz e tenho compromisso com meu colchão. Agenda bastante sucinta, seria muito bom que chovesse pra variar o cardápio. Prefiro o cérebro cozinho ao invés de torrado. Cidadezinha quente essa!

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